Nélia Domingues: “Acordei às 04h30 e percebi que a casa estava a ir pelos ares”

O barulho começou ainda de madrugada. Primeiro o vento, forte e contínuo, a bater nas paredes. Depois os estalos secos do vidro a partir-se. Às 04h30 da manhã, Nélia Domingues acordou sobressaltada na casa onde vivia, numa aldeia da freguesia de Almagreira. Poucos minutos depois, o vento já estava dentro da habitação. “Comecei a ouvir […]